terça-feira, agosto 21, 2007

Entrevista de Dux Bellorum.

Mais um genial camarada foi entrevistado no NovoPress, é a vez de Dux, um dos criadores e moderador do Fòrum Pátria.
http://pt.novopress.info/?p=1661

O livro negro do comunismo II

"A repressão comunista tem características particularmente selvagens. A responsabilidade é "coletiva", atingindo não apenas as pessoas, mas as famílias. É habitual o recurso a trabalhos forçados, em campos de concentração. Não há separação carcerária, ou mesmo judicial, entre criminosos comuns e políticos. Em Cuba, criou-se um instituto original, o da "periculosidade pré-delitual", podendo a pessoa ser presa por mera suspeita das autoridades, independentemente de fatos ou ações.

Causa-me infinda perplexidade, na mídia internacional e em nosso discurso político local, a "angelização" de Fidel e Guevara e a "satanização" de Pinochet. Isso só pode resultar de ignorância factual ou de safadeza ideológica.

Pinochet foi ditador por 17 anos; Fidel está no poder há 39 anos. Pinochet promoveu a abertura econômica e iniciou a redemocratização do país, retirando-se após derrotado em plebiscito e em eleições democráticas como senador vitalício (solução que, se imitada em Cuba, facilitaria o fim do embargo).

Fidel considera uma obscenidade a alternância no poder, preferindo submeter a nação cubana à miséria e à fome, para se manter ditador. Pinochet deixou a economia chilena numa trajetória de crescimento sustentado de 6,5% ao ano. Antes de Fidel, a economia cubana era a terceira em renda por habitante entre os latino-americanos e hoje caiu ao nível do Haiti e da Bolívia.

O Chile exporta capitais, enquanto Fidel foi um pensionista da União Soviética e, agora, para arranjar divisas, conta com remessas de exilados e receitas de turismo e prostituição. Em termos de violência, o número de mortos e desaparecidos no Chile foi estimado em 3.000, enquanto Fidel fuzilou 17 mil!

Apesar de fronteiras terrestres porosas, o Chile, com população comparável à de Cuba e sem os tubarões do Caribe, sofreu um êxodo de apenas 30 mil chilenos, hoje em grande parte retornados. Sob Fidel, 20% da população da ilha, ou seja, algo que nas dimensões brasileiras seria comparável à Grande São Paulo, teve de fugir.

Em suma, Pinochet submeteu-se à democracia e tem bom senso em economia. Fidel é um PhD em tirania e um analfabeto em economia. O "Livre noir" nos dá uma idéia da bestialidade de que escapamos se triunfassem os radicais de esquerda. Lembremo-nos que, em 1963, Luiz Carlos Prestes declarava desinibidamente que "nós os comunistas já estamos no governo, mas não ainda no poder".

Parece-me ingenuidade histórica imaginar que, na ausência da revolução de 1964, o Brasil manteria apenas com alguns tropeços sua normalidade democrática. A verdade é que Jango Goulart não planejara minimamente sua sucessão, gerando suspeitas de continuísmo. E estava exposto a ventos de radicalização de duas origens: a radicalização sindical, que levaria à hiperinflação, e a radicalização ideológica, pregada por Brizola e Arraes, que podia resultar em guerra civil.

É sumamente melancólico - porém não irrealista - admitir-se que, no albor dos anos 60, este grande país não tinha senão duas miseráveis opções: "anos de chumbo" ou "rios de sangue"...

Roberto Campos foi economista, diplomata, senador pelo PDS-MT e ministro do Planejamento (governo Castello Branco). É autor de "A Lanterna na Popa" (Ed. Topbooks, 1994). Este e outros artigos podem ser encontrados no livro de Roberto Campos, Na Virada do Milênio, ed. Topbooks, 1998.

Folha de S. Paulo e O Globo, 19/04/98"

Por Robero Campos.

http://www.endireitar.com/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1

O livro negro do comunismo.

"Le livre noir du communisme" (Edições Robert Laffont, Paris, 1997), escrito por seis historiadores europeus, com acesso a arquivos soviéticos recém-abertos, é uma espécie de enciclopédia da violência do comunismo. O chamado "socialismo real" foi uma tragédia de dimensões planetárias, superior em abrangência e intensidade ao seu êmulo totalitário do entreguerras - o nazifascismo.

Ao contrário da repressão episódica e acidental das ditaduras latino-americanas, a violência comunista se tornou um instrumento político-ideológico, fazendo parte da rotina de governo. Essa sistematização do terror não é rara na história humana, tendo repontado na Revolução Francesa do século 18 na fase violenta do jacobinismo, na "industrialização do extermínio judaico" pelos nazistas, e - confesso-o com pudor - na inquisição da Igreja Católica, que durante séculos queimava os corpos para purificar as almas.

O "Livre noir" me veio às mãos num momento oportuno em que, reaberto na mídia e no Congresso o debate sobre a violência de nossos "anos de chumbo" nas décadas de 60 e 70, me pusera a reler o "Brasil Nunca Mais", editado em 1985 pela Arquidiocese de São Paulo.

Comparados os dois, verifica-se que o Brasil não ultrapassou o abecedário da violência, palco que foi de um miniconflito da Guerra Fria, enquanto que o "Livre noir" é um tratado ecumênico sobre as depravações ínsitas do comunismo, este sem dúvida o experimento mais sangrento de toda a história humana.

Produziu quase 100 milhões de vítimas, em vários continentes, raças e culturas, indicando que a violência comunista não foi mera aberração da psique eslava, mas, sim, algo diabolicamente inerente à engenharia social marxista, que, querendo reformar o homem pela força, transforma os dissidentes primeiro em inimigos e, depois, em vítimas.

A aritmética macabra do comunismo assim se classifica por ordem de grandeza: China (65 milhões de mortos); União Soviética (20 milhões); Coréia do Norte (2 milhões); Camboja (2 milhões); África (1,7 milhão, distribuído entre Etiópia, Angola e Moçambique); Afeganistão (1,5 milhão); Vietnã (1 milhão); Leste Europeu (1 milhão); América Latina (150 mil entre Cuba, Nicarágua e Peru); movimento comunista internacional e partidos comunistas no poder (10 mil).

O comunismo fabricou três dos maiores carniceiros da espécie humana - Lênin, Stálin e Mao Tse-tung. Lênin foi o iniciador do terror soviético. Enquanto os czares russos em quase um século (1825 a 1917) executaram 3.747 pessoas, Lênin superou esse recorde em apenas quatro meses após a revolução de outubro de 1917.

Alguns líderes do Terceiro Mundo figuram com distinção nessa galeria de assassinos. Em termos de percentagem da população, o campeão absoluto foi Pol Pot, que exterminou em 3,5 anos um quarto da população do Camboja.

Fidel Castro, por sua vez, é o campeão absoluto da "exclusão social", pois 2,2 milhões de pessoas, equivalentes a 20% da população da ilha, tiveram de fugir. Juntamente com o Vietnã, Fidel criou uma nova espécie de refugiado, o "boat people" - ou seja, os "balseros", milhares dos quais naufragaram, engordando os tubarões do Caribe.

A vasta maioria dos países comunistas é culpada dos três crimes definidos no artigo 6º do Estatuto de Nuremberg: crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

A discussão brasileira sobre os nossos "anos de chumbo" raramente situa as coisas no contexto internacional da Guerra Fria, a qual alcançou seu apogeu nos anos 60 e 70, provocando um "refluxo autoritário" no Terceiro Mundo. Houve intervenções militares no Brasil e na Bolívia em 1964, na Argentina em 1966, no Peru em 1968, no Equador em 1972, e no Uruguai em 1973.

Fenômeno idêntico ocorreu em outros continentes. Os militares coreanos subiram ao governo em 1961 e adquiriram poderes ditatoriais em 1973. Houve golpes militares na Indonésia em 1965, na Grécia em 1967 e, nesse mesmo ano, o presidente Marcos impunha a lei marcial nas Filipinas, e Indira Gandhi declarava um "regime de emergência". Em Taiwan e Cingapura houve autoritarismo civil sob um partido dominante.

O grande mérito dos regimes democráticos é preservar os direitos humanos, estigmatizando qualquer iniciativa de violá-los. Mas por lamentáveis que sejam as violências e torturas denunciadas no "Brasil, Nunca Mais", elas empalidecem perto das brutalidades do comunismo cubano, minudenciadas no "Livre noir".

Comparados ao carniceiro profissional do Caribe, os militares brasileiros parecem escoteiros destreinados apartando um conflito de subúrbio... Enquanto Fidel fuzilou entre 15 mil e 17 mil pessoas (sendo 10 mil só na década de 60), o número de mortos e desaparecidos no Brasil, entre 1964 e 1979, a julgar pelos pedidos de indenização, seria em torno de 288, segundo a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, e de 224 casos comprovados, segundo a Comissão de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça. O Brasil perde de longe nessa aritmética macabra.

Em 1978, quando em nosso Congresso já se discutia a "Lei da Anistia", havia em Cuba entre 15 mil e 20 mil prisioneiros políticos, número que declinou para cerca de 12 mil em 1986. No ano passado, 38 anos depois da Revolução de Sierra Maestra, ainda havia, segundo a Anistia Internacional, entre 980 e 2.500 prisioneiros políticos na ilha. Em matéria de prisões e torturas, a tecnologia cubana era altamente sofisticada, havendo "ratoneras", "gavetas" e "tostadoras". Registre-se um traço de inventividade tecnológica - a tortura "merdácea", pela imersão de prisioneiros na merda.

Não houve prisões brasileiras comparáveis a La Cabaña (onde ainda em 1982 houve 100 fuzilamentos), Boniato, Kilo 5,5 ou Pinar Del Rio. Com estranha incongruência, artistas e intelectuais e políticos que denunciam a tortura brasileira visitam Cuba e chegam mesmo a tecer homenagens líricas a Fidel e a seu algoz-adjunto Che Guevara.

Este, como procurador-geral, foi comandante da prisão La Cabaña, onde, nos primeiros meses da revolução, ocorreram 120 fuzilamentos (dos 550 confessados por Fidel Castro), inclusive as execuções de Jesus Carreras, guerrilheiro contra a ditadura batista, e de Sori Marin, ex-ministro da agricultura de Fidel. Note-se que Che foi o inventor dos "campos de trabalho coletivos", na península de Guanaha, versão cubana dos "gulags soviéticos" e dos "campos de reeducação" do Vietnã.

terça-feira, agosto 14, 2007

Comparação.

Vejam lá a bela obra do pensamento dos vermelhos, gente maldita, não digo nada somente reproduzo trechos de notícias, tirem lá as conclusões que quiserem:
"Há neste momento organizações socialistas europeias a mobilizar-se para travar a islamofobia crescente na Europa, e a maneira de fazerem isso será, dizem, quebrando o alegado monopólio do debate que tem pertencido, até agora, aos grupos nacionalistas de extrema-direita.

O Partido dos Socialistas Europeus (PSE)- que representa 214 membros do Parlamento Europeu e é feito a partir de 33 partidos socialistas e social-democratas europeus - criou um comité que procura combater a islmofobia. Acreditando que o Islão é agora uma religião europeia, o comité de vinte e cinco membros quer «ouvir» os vinte milhões de muçulmanos que vivem agora na Europa para entenderem os seus problemas e arranjar soluções para sanar as ofensas de que foram vítimas.
"

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX


" Islão é a ideologia alternativa e a solução para acabar com a exploração e hegemonia capitalistas”. A frase está inscrita numa t-shirt posta à venda em Londres pela organização extremista islâmica Hizb ut-Tahrir ou HT (Partido da Libertação), que ontem reuniu em Jacarta mais de cem mil islâmicos de todos os cantos do Mundo. O encontro na capital britânica, na quinta-feira, foi a rampa de lançamento do comício maciço na Indonésia, onde o partido reiterou a defesa de um ‘Califado’ para unir o Médio Oriente no respeito pela lei de Deus. A EXPULSÃO DA INFLUÊNCIA OCIDENTAL DOS PAÍSES MUÇULMANOS é a via paralela à criação da irmandade (‘Ummah’) islâmica."

sexta-feira, agosto 10, 2007

Orgulho.

Se o orgulho é um pecado, que Deus nos perdoe.
http://www.youtube.com/watch?v=4f2byIS9jN8&mode=related&search=

segunda-feira, julho 30, 2007

Fizemos dois anos e não percebemos!

Em Maio, precisamente no dia 31 o "Orgulhosamente Só" fez dois anos, embora tenhamos tido nesta casa fases de pouca inspiração e uma repreensível quebra na frequência de postagens esta casa mantêm-se orgulhosamente viva!

Partiu há 37 anos.


O SAUDAMOS!

A Guerra em Moçambique.


Sem dúvida é um trabalho inédito, o especial do "Diário de Notícias" disponibilizado o You Tube o documentário mostra muitos filmes de batalhas Portuguesas em Moçambique e trata a história e os combatentes com o respeito que mereçem.
AUDACES FORTUNA JUVAT
São nove trechos repletos de cenas verdadeiras retratando o heroísmo e a glória das tropas Portuguesas contra o inimigo subversivo.

http://www.youtube.com/watch?v=HfzjNHB5uHE&mode=related&search=

Vale também visitar o bom sítio dos ex-combatentes, onde se contam histórias e há imagens e fórum, realmente a não perder.

http://ultramar.terraweb.biz/

Mama Sume!

Cuba é o destaque do Pan do Rio.

O Panamericano do Rio de Janeiro acabou ontem, com os Estados Unidos Sionistas da América sendo os grandes vencedores, como sempre...
Porém o que mais chamou a atenção foram os fatores extra-esportivos, em particular Cuba e seus desesperados atletas, 4 atletas desertaram da Vila Olímpica, fugindo desesperadamente com a roupa do corpo, pouco mais do que deveriam possuir na realidade.Outros venderam seus uniformes a quem se interessasse, por qualquer ninharia, além do comportamento dos cubanos presentes no refeitório, comendo demasiadamente e dizendo ser uma alegria poder repetir o prato, já que em Cuba não se faz isso.
Além dalguns dos cubanos estarem felizes por terem podido fugir das garras de Fidel o Brasil também ficou contente com o Pan, chegando a superar o Canadá na classificação geral e em alguns momentos ultrapassando Cuba, fazendo ver que o melhor da ilha de Fidel já não é mais tão bom...
E sem atentados terroristas dos traficantes cariocas... ao menos não divulgados.

terça-feira, julho 24, 2007

O iberismo em voga, pela boca do comuna.


Página de abertura da edição de ontem do "El Pais"


Saramago considerou inevitável a união de Portugal e Espanha, tal como sucedeu entre 1580 e 1640, salvo as devidas diferenças. O diário espanhol "El Pais" não desvalorizou o assunto, e dedicou-lhe na sua edição de ontem as duas primeiras páginas do jornal.

As recentes declarações de José Saramago ao "Diário de Notícias", há uma semana, recolocaram na agenda as discussões sobre a possibilidade da união ibérica. "É mais uma fantasia de Saramago", considerou Duarte Nuno de Bragança, herdeiro da coroa portuguesa, contactado pelo "El Pais".

Saramago pode ter dito o que lhe pareceu óbvio ("Não sou profeta, mas Portugal acabará por integrar-se na Espanha"), mas a verdade é que não é o único a dizê-lo nos tempos mais recentes. Numa entrevista a um semanário, o empresário Patrick Monteiro de Barros defendeu, há muito poucos anos, precisamente a tese da Ibéria e seus benefícios.

As relações actuais entre os dois países não se podem comparar às existentes no período anterior à entrada simultânea na União Europeia. A partir de 1986, os laços estreitaram-se rapidamente, sobretudo do ponto de vista da integração económica. "Há 1050 empresas espanholas em Portugal e 400 portuguesas em Espanha. O fluxo comercial ibérico é de 24 mil milhões de euros. Espanha é o principal cliente e fornecedor de Portugal", lembra Enrique Santos, presidente da Câmara de Comércio Hispano-Lusa.

Os portugueses, diz o "El Pais", alegam razões práticas, nada viscerais, para continuarem independentes. "Os portugueses têm Espanha que chegue.Os seus jovens mais pobres e dinâmicos cruzam a raia para trabalhar em Espanha. Os hotéis lusos recebem milhões de turistas espanhóis que compram desalmadamente nas suas lojas. Muitos têm maridos, mulheres e trabalhos espanhóis; os seus filhos estudam cada vez mais a língua espanhola; os bebés do Alentejo nascem em Badajoz".

Que dizer dum Português que vive na Espanha, ou vivia, apoiou a Revolução comunista e o assassinato de milhares de Portugueses e fez uma porcaria dum livro a maldizer Nosso Senhor?
É de se esperar, que idéias práticas surgam de tal mente repulsiva e má.
Desd 1143 os Portugueses lutam por sua pátria e Raça, tendo alguns obstáculos a serem removidos de tempos em tempos, provavelmente o neo-iberismo do capital de ocupação espanhol seja o maior, por agora... há tantos outros...

sábado, julho 21, 2007

A nova língua portuguesa.

A partir de janeiro de 2008, Brasil, Portugal e os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste - terão a ortografia unificada.

O português é a terceira língua ocidental mais falada, após o inglês e o espanhol. A ocorrência de ter duas ortografias atrapalha a divulgação do idioma e a sua prática em eventos internacionais. Sua unificação, no entanto, facilitará a definição de critérios para exames e certificados para estrangeiros. Com as modificações propostas no acordo, calcula-se que 1,6% do vocabulário de Portugal seja modificado. No Brasil, a mudança será bem menor: 0,45% das palavras terão a escrita alterada.
Mas apesar das mudanças ortográficas, serão conservadas as pronúncias típicas de cada país.

Resumindo: o que muda na ortografia em 2008:

- As paroxítonas terminadas em "o" duplo, por exemplo, não terão mais acento circunflexo. Ao invés de "abençôo", "enjôo" ou "vôo", os brasileiros terão que escrever "abençoo", "enjoo" e "voo".

- Mudam-se as normas para o uso do hífen

- Não se usará mais o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus decorrentes, ficando correta a grafia "creem", "deem", "leem" e "veem".

- Criação de alguns casos de dupla grafia para fazer diferenciação, como o uso do acento agudo na primeira pessoa do plural do pretérito perfeito dos verbos da primeira conjugação, tais como "louvámos" em oposição a "louvamos" e "amámos" em oposição a "amamos".

- O trema desaparece completamente. Estará correto escrever "linguiça", "sequência", "frequência" e "quinquênio" ao invés de lingüiça, seqüência, freqüência e qüinqüênio.

- O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação de "k", "w" e "y".
O acento deixará de ser usado para diferenciar "pára" (verbo) de "para" (preposição).

- Haverá eliminação do acento agudo nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia". O certo será assembleia, ideia, heroica e jiboia.

- Em Portugal, desaparecem da língua escrita o "c" e o "p" nas palavras onde ele não é pronunciado, como em "acção", "acto", "adopção" e "baptismo". O certo será ação, ato, adoção e batismo.

- Também em Portugal elimina-se o "h" inicial de algumas palavras, como em "húmido", que passará a ser grafado como no Brasil: "úmido".

- Portugal mantém o acento agudo no e e no o tônicos que antecedem m ou n, enquanto o Brasil continua a usar circunflexo nessas palavras: académico/acadêmico, génio/gênio, fenómeno/fenômeno, bónus/bônus.


Fontes: Revista Isto É, Folha de São Paulo e Agência Lusa

quinta-feira, julho 19, 2007

A entrevista do Corcunda.


O Novopress entrevistou o brilhante camarda Corcunda, deixando em mais esta oportunidade transpareçer o brilhantismo do afamado bloguista:
"O autor do blogue Pasquim da Reacção (ver sítio), que se tornou uma referência da defesa das tradições na blogosfera portuguesa, não se encaixa nos estereótipos habituais. Jovem a terminar o doutoramento, o Corcunda pratica surf e diz-se que é adepto de boas jantaradas. Fomos entrevistar esta enigmática personagem para saber mais sobre as suas opiniões e forma de ver o mundo.

1) Como se define politicamente o Corcunda?
Sou um “comunitarista”, no sentido em que acredito que os homens apenas conseguem realizar a sua função neste mundo, inseridos numa comunidade política que visa a prossecução de finalidades colectivas e não de uma qualquer cosmopolis que dita regras abstractas. Uma comunidade política como Portugal, com uma História e com tradições antigas – o que é, de facto, uma Nação – comporta um determinado número de obrigações e possui como elemento essencial uma identidade narrativa que enquadra os que participam dessa existência comum na realização da Justiça, a ordenação da comunidade e da Virtude, a ordenação da alma humana no sentido do Bem. Para tal, e para que esse Bem não seja meramente uma expressão dos interesses da comunidade, há que compreender a estrutura da Realidade, daquilo que é superior ao humano e que dita o seu lugar no Mundo. O Cristianismo é essa compreensão do Mundo, que incorpora, ao contrário do que se apregoa por aí, Filosofia – o sacrifício de Sócrates – e a Religião – o sacrifíco de Deus na Cruz.
Resumindo a coisa a “ismos”, como forma de simplificar, serei “nacionalista”, porque acredito que os homens se realizam e compreendem na comunidade e que tal só pode ser realizado pela compreensão das tradições, que são a verdadeira identidade de uma Nação – daí o meu “tradicionalismo”.
Como acredito que uma comunidade deve estar virada para a realização do Bem, da Justiça e da Virtude, o Cristianismo, não sendo uma ideia política, desempenha também um papel importante na política.

2) De que forma podem os católicos tradicionalistas chegar aos jovens?
O Tradicionalismo Católico chega através da Igreja e de algumas entidades que lhe são associadas e da educação e cultura que esta consegue inculcar na sociedade.
Por seu turno, há um conjunto de valores políticos que o Cristianismo implica e que podem ser partilhados por não-Cristãos, como é o caso da “ética de virtude”, da vivência das tradições, da defesa da concepção orgânica da sociedade, dos valores da Família, dos valores nacionais, da compreensão da “liberdade ordenada”. O “tradicionalismo”, enquanto ideia política não se restringe sectariamente (como o fazem as ideologias) aos Católicos, dirigindo-se a todos os que acham que há valores civilizacionais que devem ordenar as comunidades políticas.
Mostrar aos jovens a forma como as sociedades se degradam na medida exacta em que decidem abandonar o caminho dos valores e da perseguição do Bem Comum, substituindo-os por bens individuais, é o único caminho. Em todas as sociedades os que estão dispostos a fazer esse diagnóstico e a viver segundo esses princípios são sempre poucos. A capacidade destes encontrarem formas inventivas de cativar os “muitos”, sem sacrificar o essencial, determina quase sempre a qualidade da comunidade política. Boa escrita, boas ideias, espírito de serviço, preserverança e alguma coisa importante a dar a uma parte significativa da sociedade, são indispensáveis a todas as concepções políticas…


3) Analisando o actual processo de perda de valores, considera que estamos a chegar a um ponto de não-retorno, ou ainda há solução?
O problema dos nossos dias não se encontra, ainda, na inexistência de caminhos para a recuperação espiritual. Existe ainda o Cristianismo, doutrina, livros, história e algumas tradições… Leo Strauss, que muitos conhecem através de uma corruptela da sua obra a que se chama habitualmente “neoconservadorismo”, diagnosticou bem o problema da Modernidade. O problema do “totalitarismo” não está nas proibições e restrições que os governos impõem, mas num conjunto de ideias que impedem que os homens pensem o certo e o errado. Conseguido isso, o homem torna-se um animal, incapaz de compreender algo superior aos seus desejos, prostrando-se incondicionalmente aos políticos a troco de um prato de comida.
É a história do nosso presente… Hoje apregoa-se muito o pluralismo e, no entanto, as propostas políticas são todas iguais (mais Estado, direitos laborais, Democracia, igualitarização material, regulação…)!
Combater a ideia de que tudo é igual ao seu oposto, é manter a escada da racionalidade. Se o “relativismo” vencer à escala global, resta a Providência. Enquanto houver Fé e Razão, há Esperança. Depois disso…

4) Considera que existe no mundo algum movimento organizado com o objectivo de destruir antigos valores tradicionais?
Há muitos, mas essa é a Natureza do nosso Mundo. O problema não está no Erro, mas na ideia de que o Erro não existe, que o ambiente intelectual contemporâneo quer fazer crer. Há muitas instituições e pessoas bem-intencionadas que o defendem. O inferno está cheio de boas intenções…
Não há uma inteligência humana por detrás dessa ofensiva e se esta é concertada, mas é certamente a expressão de uma tendência que existe no Homem que o afasta da sua realização.

5) Qual a opinião que tem da utilidade dos blogues no combate cultural tradicionalista?
Fundamental. Não vejo outro meio onde se combine a acção doutrinária, a análise da actualidade, a interactividade entre os leitores e os autores, em tão boa medida. Foi através do blogue A Casa de Sarto e dos seus autores JSarto e Rafael Castela Santos, que o meu Catolicismo difuso se tornou mais preocupado com a ortodoxia. Não é coisa pouca…

6) Não pode ser um pouco antagónico ser católico e nacionalista? Recorde-se que Charles Maurras e a Action Française sofreram excomunhão, enquanto os integralistas portugueses nunca foram vistos com bons olhos pela hierarquia católica portuguesa.
Enquanto o “nacionalismo” não for ideológico e a Nação ocupar o seu legítimo lugar na ordem das coisas, a Igreja nunca terá a opor. É parte essencial da Doutrina Cristã a ideia de que a natureza humana só se realiza na comunidade política. Se olharmos para a nossa Nação, geneticamente Cristã, veremos que a sua construção vai de mãos dadas com a Religião. Estranho seria para os construtores da Nação Portuguesa, imaginá-la desligada dos valores da Cristandade! Essa é a Nação e o “nacionalismo” que me interessa. O erro condenado, e bem, pela Igreja em certos “nacionalismos” (ao contrário do que muitas vezes se diz, não há um nacionalismo, mas muitos) é a ideia da sua supremacia ou independência em relação à Moral e à Verdade. A ideia de que um Estado não tem de possuir uma ordenação moral e que são as suas conveniências, dos seus líderes ou membros, que ditam o que é moral ou imoral, o que é justo ou injusto, é uma ideia que conduz aos “totalitarismos” e outras doenças espirituais. É precisamente essa preocupação o que me afasta dos movimentos nacionalistas actuais

7) Obrigado pela entrevista. Alguma consideração final?
Apenas agradecer o vosso interesse nestas “verdades vencidas”, que não dependem de números, apoiantes, que não são apelativas para o Mundo Moderno, por não serem imediatas e de fácil apreensão.

Como é habitual nas entrevistas Novopress, algumas perguntas rápidas às quais o Corcunda deve responder com o mínimo indispensável (se possível algumas palavras apenas):
- Motu Proprio
Um passo importante para o reencontro da Igreja com a sua identidade.
- Teologia da Libertação
A prova de que nem todas as formas de pensamento que mencionam Cristo são Cristãs.
- Monarquia
A melhor das formas de Governo quando verdadeiramente monárquica e não como o sucedâneo “desnatado” que não protege a Nação contra a ditadura das maiorias.
- Bento XVI
A grande esperança na Restauração do Mundo. Talvez a única…
- Neo-paganismo
Como disse Chesterton, “Quando as pessoas deixam de acreditar em Deus, não passam a acreditar em nada – acreditam em qualquer coisa”.

domingo, julho 15, 2007

A atividade não cessará mais.

Após muito falhar e não vir mais ao blog voltarei a postar de maneira talvez um pouco irregular,mas voltarei.
Alguns problemas com o PC e compromissos cansativos me levaram ao afastamento deste fronte.
Saudações camaradas!

domingo, junho 17, 2007

A República descarada.

É interessante o nivel do descaramento humano no Brasil, o Partido da República recentemente lançou propragandas defendendo a República, enlatecendo seus heróis, suas intenções, sua causa, no entanto conclui, "você acredita que a República cumpriu com seu papel?", "nós também não", "ajude-nos a fazer com que a República cumpra com seus objetivos".
Ou seja, admito a minha incompetência, a minha corrupção, a minha indolência e impobridade e peço que me dêem o voto de confiança.
A República já nasceu errada neste paìs:

"A independência do Brasil foi decretada e solicitada a Dom Pedro I em uma sessão Maçônica realizada em 20 de agosto de 1822. Este dia é dedicado ao Maçom brasileiro.

O Marechal Deodoro da Fonseca, iniciado na Loja "Rocha Negra" de São Gabriel, Rio Grande do Sul, proclama a república em 15 de novembro de 1889."

http://www.fraternidade.org.br/macom1.htm

sexta-feira, junho 15, 2007

A TV age contra o euro-descendente.

Tive a infelicidade de assistir a trechos do programa da apresentadora Xuxa, citada abaixo.
Neste pouco tempo deparei-me com ofensas à história dos euro-descendentes, opiniões hostis a cultura européia e absolutamente parciais e condutoras para as crianças que assistem a este infeliz espetáculo.
No caso a apresentadora e duas crianças, todos brancos, aliás, comentam sobre o modo de vida indígena e sugerem ser este modo de vida mais inteligente que o europeu, pois respeita a natureza, não a agride e etc., no entanto mente desvairadamente, omite os fatos óbvios de que tudo o que usufruimos é resultado das lutas e trabalho dos nossos antepassados, os invasores e destruidores malvados.
Seria muito interessante ver se a apresentadora em questão e as pobres crianças manipuladas por ela viveriam comodamente na sociedade indígena.
O grande problema é que a apresentadora não teria seguido sua carreira, já que na aldeia indígena não existem prostíbulos, onde ela conheçeu seus patrocinadores primários...

sexta-feira, junho 01, 2007

A camiseta do Che é da Chucha...


Descobri algo interessante acerca das ridículas camisas do terrorista Che Guevara que são moda entre os boys socialistas e os pobres revoltados que não sabem direito quem ele é.
Os direitos da estampa e imagem de Che Guevara no Brasil são da apresentadora Xuxa, uma pessoa ilibida e excelente modelo à todos, protagonista de filmes pornográficos antes da fama e fortuna e mãe solteira após a fama, aliás ela somente se tornou famosa após uma relação com Pelé, outra pessoa muito boa.
Uma combinação, um terrorista e uma prostituta.
Mas já que é moda prefiro esta de cima...

Um bispo se manifesta contra os socialistas e a maçonaria!


Deve ser um milagre:
"O bispo emérito da diocese de Aveiro acusa o PS de andar "publicamente de mãos dadas com a Maçonaria", garantindo que o objectivo é "fechar o Homem à dimensão do transcendente, por via da educação e dos meios de comunicação social". Segundo D. António Marcelino, "a Maçonaria portuguesa está a aparecer, de novo, com algum espírito de 'carbonária', eivada de um acirrado laicismo, tendo no horizonte os 'valores republicanos', lidos unilateralmente, e empenhando-se por introduzi-dos como inspiradores das leis que devem reger o povo".

Em artigo escrito para a sua coluna semanal do jornal Correio do Vouga, o prelado mostra-se preocupado com a crescente influência das lojas maçónicas ao nível do Estado, as quais, em seu entender, impõem orientações ao partido socialista.

"Impor é matar e destruir", atesta, frisando que aquele movimento está empenhado em "fechar a Igreja Católica na sacristia, em ignorar os valores cristãos, em fazer tábua rasa de uma cultura milenária e em mudar o sentido das instituições que dão consistência à sociedade".
Se este "laicismo redutor" corresponder ao "programa 'político' actualizado do partido socialista", então da democracia apenas "restará um povo decapitado", sendo o PS uma mera "galeria vistosa, com muita gente alienada e encostada", afirma. Em todo este cenário, sublinha, a Maçonaria assume uma "estratégia táctica de servir e de se servir de um poder sem ideologia". Mas, adverte, "as prioridades num país que empobrece têm de ser outras, se quisermos sobreviver".
"O sol da Primavera é propício para trazer à luz o que as tocas escondem em invernos prolongados", explica o prelado emérito de Aveiro. Isto, para dizer que "o ambiente político se tornou propício e a ocasião convidativa para que a Maçonaria começasse a apresentar os seus projectos para o país". Mas, alerta, "a democracia não é um fim, nem pode servir de meio para que o poder, qualquer que ele seja, se aproveite dos postos de comando para empobrecer e dominar um povo livre".

Evocando a história, D. António Marcelino - bispo titular da diocese de Aveiro entre 1988 e 2006 - entende que o objectivo da obediência maçónica foi sempre o de influenciar o poder, desde a Primeira República.

"O apoio que então deu à Carbonária, motor organizado da queda da Monarquia, e a identificação conseguida com a jovem República, inspirando ou fazendo seus os ditos 'valores republicanos', deram-lhe impulso para dominar", explica, frisando: "Isto permitiu-lhe conduzir o processo do início do novo sistema, minando os órgãos da soberania, desde a Presidência da República ao Parlamento, destruindo o que não dominava e conquistando uma presença efectiva, marcada e visível, nos lugares de influência do Estado."
Mesmo durante o Estado Novo, em que esteve remetida à clandestinidade, a Maçonaria fez acordos "secretos" com o poder. "Até nos tempos de Salazar que, olhando para o lado, cedeu na orientação de serviços públicos conhecidos e cobiçados", atesta o prelado. A seguir ao 25 de Abril, "o novo poder fez-lhe a entrega de bens antes expropriados e pagou-lhe indemnizações". Agora, está de mãos dadas com o PS", conclui ."


Retirado do Fórum Pátria, um grande espaço, sem dúvida!
Somente não concordo com a frase do moderador sob o texto que diz que religião e política não se misturam, não creio, a religião católica faz parte da sociedade Portuguesa, é o pila que sustenta a cultura Portuguesa e a razão de sua existência, portanto têm toda a razão de se meter, se for para defender Portugal, os Portugueses e a cultura Portuguesa!

Encontro dos combatentes.

POR PORTUGAL!
"Alguém parece chamar novamente por nós! O mesmo Alguém que nos levou a pegar em armas, leva-nos agora a pegar nas forças morais que nos unem, para nos colocarmos ao lado dos que acreditam nos valores intrínsecos da sociedade portuguesa."
Na sequência de uma tradição já com catorze anos, o Encontro Nacional de Combatentes será este ano novamente realizado em 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, em Belém, Lisboa.
O 14° encontro nacional dos combatentes, no Dia de Portugal, terá como orador o Prof. Ernâni Lopes.

quarta-feira, maio 30, 2007

Reativação do blog!

Esta casa ainda não encerrou suas atividades lusófilas.
Apesar do espaço de tempo bastante incômodo sem postagens voltarei a postar e a lutar por Portugal e pelso Portugueses.
Peço desculpas por minha vida pessoal ter impedido andamento normal do blog.
Saudações!

sábado, abril 28, 2007

A Salazar II:

"Não venho falar de gratidão
Nem dizer-te, sequer, muito obrigado!
Não me chega p'ra tanto o coração,
Por mais que a Fé o tenha dilatado!
Um dia, falrá de ti a História!
Entre nautas, guerreiros mártires e Santos,
Terá lugar mais um nome, outra Glória,
A acrescentar a tantas e a tantos!
Não é só da Pátria bem merecido
Quem lhe oferece o sangue derramado
Mas tamb´me quem por ela haja vivido.
Uma existência de sacrificado!
Se p'lo rancor foste atingido,
Também foi Jesus crucificado."

Anônimo.