
Espero que todos os amigos e camaradas Portugueses tenham uma passagem de ano muito boa e que 2008 seja melhor para Portugal e para os Portugueses!
Saudações!
"Temos uma doutrina e somos uma força!". Lá vamos cantando e rindo/ Levados levados sim/ Pela voz do som tremendo/ Das tubas clamor sem fim.
Serão beatificados 498 religiosos espanhóis mortos durante a Guerra Civil (1936-1939) e que apoiaram o ditador Francisco Franco. Para a Igreja Católica espanhola, são os mártires do século 20. Para os republicanos, uma polêmica.
Muitas igrejas espanholas foram atacadas e algumas incendiadas pelos republicanos, durante a Guerra Civil.
A frase repetida pelo ditador fascista "Por Deus e pela Espanha" e o apoio direto do clero ao golpe militar provocaram um ambiente anti-religioso para os que lutavam contra Franco.
Atualmente na maioria das igrejas, inclusive próximo ao altar, permanecem as placas de mármore com nomes de religiosos mortos e descrições como: "morreu pela Espanha, mártir contra o marxismo e por Franco com a graça de Deus"."
Da desgostosa BBC Brasil.
Encontrei um excelente site sobre capacetes militares, e consequentemente sobre os conflitos em que foram usados os capacetes.O site diz-se ser de propriedade de um colecionador espanhol e mostra um bom número de capacetes, suas histórias e fotografias deles em uso.

I
Famoso Portugal herói na Guerra
Foi o primeiro a singrar novos mares...
Pequena por demais achando a terra,
Agora vai a navegar lá pelos ares.
Como outrora pelo mar as caravelas
Descobrindo novo Mundo nunca visto,
Águias reais cruzando o espaço e lá vão elas
P'lo céu azul erguendo ao Sol a Cruz de Cristo!
ESTRIBILHO
Do alto céu pousando em terra,
Marchar, marchar em som de guerra!
"PARAQUEDISTAS" são valentes soldados
"PARAQUEDISTAS" são na Fé inspirados.
Avante, além, numa arrancada,
A defender a Pátria amada!
Lei do soldado português... Raça imortal!...
É dar a vida por amor de Portugal!
II
Os feitos imortais da lusa história
Sempre hão-de ser, prá Nação portuguesa,
Penhor da liberdade e da vitória
Leal brazão mais valor e de nobreza.
Revivendo as memórias do passado
Na conquista do infinito espaço etéreo
"Graças a Deus" que sempre tem abençoado
De Portugal a eterna glória do Império!
Hino-marcha conhecido como o Hino do Batalhão de Paraquedistas
Versos de: Cardoso dos Santos
Música de: Cruz e Sousa

Um fato insólito, perverso e demoníaco acaba de ocorrer na Argentina, com a condenação à prisão perpétua do Padre Christian Federico Von Wernich, pelo “crime” de ter sido durante a ditadura dos anos 70-80 Capelão da Polícia de Buenos Aires. Este caso arrasta-se há 4 anos, desde os quais o Padre Von Wernich esteve preso mesmo antes do julgamento, na penitenciária Marcos Paz.
A perversidade dessa condenação reside em que a perseguição revanchista que vem ocorrendo em toda a América Latina, de modo especial na Argentina, aos que combateram o comuno-terrorismo que se instalara no continente, a ordem era condenar o padre de qualquer maneira e assim obedeceram docilmente os subservientes magistrados que o julgaram.
Na ocasião em que foi preso, uma testemunha de acusação, Julio Jorge Enmed, que também estava preso por crimes políticos, foi subornado pela CONADEP para depor falsamente que o Pe. Von Wernich participou de tortura e seqüestro de presos-políticos, em troca de sua liberdade como réu comum, uma quantia em dólares e exílio em outro país. Como a promessa não foi cumprida, Enmed retratou-se em juízo contando todo o fato mas este seu depoimento foi retirado do processo; coincidentemente depois desta retratação, Julio Jorge Enmed morre em um “atropelamento de carro” e com ele seu testemunho de que mentira sobre as acusações feitas ao Pe. Von Wernich.
Como se tudo isto já não fosse criminoso demais, durante as audiências que começaram em maio deste ano, o juiz que conduzia o caso proibiu a entrada da Srª Cecilia Pando, (esposa do Major Mercado) na sala de audiências porque ela vestia uma blusa com a foto de um militar assassinado pelos terroristas ERP/Montoneros, por EXIGÊNCIA da bruxa comunista Hebe de Bonafini que considerou isto como “uma afronta”. Entretanto, este mesmo juiz permitiu, durante todos os meses em que durou o martírio do julgamento do Pe Christian, a presença no mesmo recinto das comunistas agremiações “Mães” e “Avós da Praça de Maio” que afrontavam os presentes com aqueles ridículos panos brancos na cabeça, com cartazes pedindo a condenação de todos os “terroristas de Estado” e gritando palavras atentatórias ao Pe. Von Wernich.
De todas as punhaladas e pedradas que recebeu, entretanto, a mais traiçoeira e mortal veio da própria Igreja Católica, através do Comunicado da Comissão Nacional de Justiça e Paz que em nenhum momento abriu sua boca ou fez pronunciamentos para defender o Padre Von Werniche que só agora, depois de sua condenação perpétua, emite uma nota repugnante acreditando na “justiça” feita aos “jovens idealistas”. As vítimas e familiares desses terroristas que vão se danar, junto com o Padre Christian! Reproduzo abaixo a nota para que se perceba que também lá há duas igrejas: uma de Cristo e outra de Marx. É a esta que pertence a tal “Comissão de Justiça e Paz”.
“Ante o veredicto do tribunal que julgou o sacerdote Von Wernich, a Comissão Nacional de Justiça e Paz quer manifestar sua dor e seu pesar por todas aquelas ações diretas, em colaboração ou cumplicidade, que alguns integrantes da Igreja Católica puderam levar a cabo e que possibilitaram o seqüestro, a tortura e o desaparecimento de pessoas durante uma ditadura militar no país.
Queremos expresar nossa solidariedade com todas as vítimas desse período de nossa história e esperamos que a ação da justiça possa atuar como reparação e consolo para os sobreviventes, seus familiares e a de todos os desaparecidos.
E em nosso compromisso com o presente e olhando para o futuro para afiançar um espaço de amizade e diálogo entre os argentinos, que permita nos converter ‘de habitantes a cidadãos’, queremos afirmar que a violência, em qualquer de suas expressões, não é cristã nem evangélica e muito menos se não respeita os seres humanos e seus direitos elementares.
Que frente ao imperativo de que a justiça busque a verdade sobre o passado, o desafio de projetar uma nação sem excluídos nos ajude a encontrar os caminhos de encontro e reconciliação que tornem possível na justiça e na paz, a construção de uma pátria de irmãos.
Comissão Nacional de Justiça e Paz”.
A indignação com esta nota foi tão absurdamente grande, que amigos do Padre Christian Von Wernich disponibilizaram os e-mails dos bispos do Arcebispado 9 de Julho e eu os indico aqui também, porque esses servidores de Satanás foram piores do que Pilatos, uma vez que duante o julgamento entregaram seu servidor à própria sorte e no final, ainda se regozijaram com o infortúnio da vítima, pranteando os seus algozes. Segue abaixo os nomes, e-mails e telefones para quem quiser se dirigir a esta malta de INIMIGOS de Cristo:
arzobispado@arzbaires.org.ar – telefone: 4-343-0812;
Arcebispado de 9 de Julho – Monsenhor Marín de Elizalde - obispado@morea.dataco23.com.ar – Fone: 02317-42262.
Uma das cartas visivelmente indignadas foi a do Ten Cel Emilio Nani, herói da Guerra das Malvinas e do ataque ao Quartel La Tablada onde foi gravemente ferido e perdeu um olho (na foto com o tapa-olho), a qual reproduzo abaixo pois é de todas a mais contundente e reveladora. Quero, todavia, disponibilizar aqui o endereço do blog do Padre Christian e seu e-mail, onde vocês podem deixar uma mensagem de apoio. Em caso de enviar mensagem por e-mail, solicito que o façam em letras grandes porque ele tem dificuldades de vista. No blog você terão acesso à mensagem que ele escreveu após o veredicto que eu ia reproduzir e que muito me emocionou, mas preferi dar ênfase à do Cel Nani que me chegou depois e não está acessivel noutra publicação."
Do blog Notalatina: http://www.notalatina.blogspot.com/
A seguir disponibilisados pelo mesmoblog os endereços eletrônicos do Padre Christian: http://www.padrevonwernich.blogspot.com e christianvonwernich@gmail.com.
"Durante o regime do Estado Novo (1928-1974), o Governo aplicava aos órgãos de Comunicação Social, nomeadamente a partir dos anos 50, o exame prévio, a chamada censura. Também as publicações juvenis não escaparam a esta política de instrumentalização. As chamadas «Instruções Sobre Literatura Infantil» apelava ao decoro moral (aliás também em regimes democráticos como a França e os E.U.A.) e à acentuação das tónicas do «patriotismo», «heroísmo» e «honra». Evitar-se-ia a violência (excepto nos clássicos históricos ou da literatura) e proclamar-se-ia o respeito pelo Estado e pelos valores da Pátria.
Também as aventuras de Tintim foram «atingidas» pelas ditas «Instruções». E numa pesquisa interessante de Paulo Viegas, podemos reparar que a «subserviência» da autoridade ao banditismo do original do «Tintim na América» foi eliminada na versão portuguesa publicada pelo Cavaleiro Andante:"